
O isopor é um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o vidro, a cerâmica e os metais.
Na natureza o isopor leva 150 anos para ser degradado, conforme estimativas. Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio e não incorpora, na sua produção, qualquer produto tóxico ou perigoso para o ambiente e para a camada de ozônio (está isento de CFCs). O gás contido nas células de isopor é apenas ar.
Por se tratar de um plástico e de ser muito leve, o processo de fabricação consome pouca energia e provoca pouquíssimos resíduos sólidos ou líquidos. O gás expansor incorporado na matéria prima (o poliestireno expansível) é o pentano.
O isopor pode ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar e é 100% reciclável e reaproveitável.
A utilização do isopor como isolamento térmico permite poupar energia que, durante a vida útil do edifício, pode chegar a ser centenas de vezes superior à energia consumida durante o seu fabricação. Esta economia de energia significa que, para além preservar os recursos energéticos, o uso de isopor reduz a emissão dos gases poluentes e dos gases que contribuem para o efeito estufa na atmosfera.
O problema é que, quando não são devidamente descartadas, as “pelotas” de isopor são confundidas com organismos marinhos, como o plástico, e ingeridas por cetáceos, aves e peixes, afetando-lhes o sistema digestivo e levando à morte.
Portanto, utilizar o isopor seria positivo, mas é imperativo que seu descarte seja feito de forma correta! Envie o isopor que você não precisa mais, para a reciclagem!!!
Fonte: Redação Ambiente Brasil
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